terça-feira, 25 de julho de 2017

A CULINÁRIA PARAENSE GANHOU UM DIA ESPECIAL NO CALENDÁRIO DO ESTADO

Que a culinária paraense é de uma originalidade sem igual ninguém tem dúvida. E para demarcar a sua importância, hoje dia 25, o estado do Pará comemora o primeiro ano da culinária paraense em seu calendário oficialmente.

O projeto de lei que institucionaliza a data foi sancionado no dia 7 de novembro de 2016 pelo governador do Pará, Simão Jatene. A data é uma homenagem ao nascimento de Anna Maria Leal Martins, uma das maiores influenciadoras e apreciadoras da culinária paraense. 

A gastronomia do Pará apresenta como maior destaque a cultura indígena, mas também carrega consigo traços portugueses e africanos. Inclusive os nomes das comidas têm referências indígenas, como pato no tucupi, tacacá, chibé, açaí com peixe frito e maniçoba.
  
Os elementos encontrados na região da Amazônia formam a base de seus pratos, como camarão, caranguejo, peixe, pato, suas famosas ervas, a mandioca que desde a folha até a raiz são aproveitados, pimentas de cheiro e as frutas nativas.

É considerada uma das mais autênticas do Brasil, justamente pelas suas características regionais. Não foi por acaso que desde 2015 a cidade de Belém foi considerada pela Unesco como a Capital criativa da gastronomia. E é justamente essa particularidade que atrai cada vez mais turistas que buscam diferentes e novas experiências para o Estado, principalmente quando chega o mês de outubro, Belém é dominada pelo cheiro de suas comidas típicas, especialmente a maniçoba. Seu cheiro fica no ar anunciando que o Círio e a culinária fazem parte de nossa identidade.

Se você ainda não conhece. Então se prepare para ficar com água na boca e descobrir novas delícias aqui no estado do Pará. Opções não faltam para agradar o seu paladar!

O que você não pode deixar de experimentar:

AÇAÍ COM PEIXE E FARINHA/ FOTO: FERNANDO SETTE

TAPIOQUINHA COM CAFÉ/ FOTO: FERNANDO SETTE

PATO NO TUCUPI/ FOTO: FERNANDO SETTE

BOMBONS REGIONAIS/ FOTO: FERNANDO SETTE

MANIÇOBA/ FOTO: FERNANDO SETTE

PUPUNHA COM CAFÉ/ FOTO: FERNANDO SETTE

MOQUECA DE PEIXE DE SANTARÉM/ FOTO: FERNANDO SETTE

TACACÁ/ FOTO: FERNANDO SETTE

 
Por Trayce Melo – Estagiária 

segunda-feira, 24 de julho de 2017

CHEGOU AS FÉRIAS, VENHA CONHECER A DIVERSIDADE DAS PRAIAS DO PARÁ!

Chegou o mês de férias, e para você que procura riquezas naturais e belos pontos turísticos, o estado do Pará é o lugar certo.

Com uma área de grande diversidade e que acaba nos surpreendendo com sua natureza pródiga em meio a rios e trechos amazônicos, você embarca em uma viagem de descobertas, que levam você a dezenas de ilhas e praias. Entre as quais, listamos oito praias das regiões turísticas do Estado para você aproveitar o verão paraense.

Praias de rio

Praia do Pesqueiro – Soure

Foto: Celso Abreu

É uma bela praia que parece infinita, excelente para banho e a mais visitada pelos turistas em Soure, com barraquinhas de madeira cobertas de sapê. Com a maré alta a água chega às barraquinhas, tanto que algumas têm um piso suspenso de madeira, onde estão as mesas, para que você fique sentado sobre a água. É bem estruturada de bares, restaurantes e lojas de artesanato. Para chegar à praia o acesso é terrestre.

Como chegar:

Via RodoFluvial: Partindo do Porto de Icoaraci para o Porto de Camará/ Salvaterra- Ilha do Marajó em um ferryboat (pessoas/veículos), para chegar a Soure é preciso atravessar o rio Paracauari. Existem duas maneiras de fazê-lo por meio de balsa, geralmente quem está em veículo próprio ou em ônibus/Vans/moto, ambos vêm do Porto de Camará ou de pequenos barcos regionais como popopô. Dura em torno de 10 a 15 minutos a travessia. Os ferryboats saem de segunda a sábado nos horários de 6h30 e 14h30 e aos domingos às 10h e retornam do Porto de Camará às 6h30 e 15h e aos domingos somente às 15h.

Lancha Rápida: Agora, somente este período das férias o horário foi alterado da lancha rápida. Começou a sair uma hora mais cedo, às 08hs e retorna no mesmo dia à tarde, às 14hs45 de segunda a sábado. A empresa Master Motors que faz o percurso direto Soure/ Salvaterra em 02hs.

Praia do Chapéu Virado - Mosqueiro

 
Foto: Fernando Sette
Recebeu este nome devido aos chapéus de aba longa que os primeiros colonizadores portugueses usavam. Ao chegarem à praia, os fortes ventos faziam os chapéus voarem, recebendo assim o nome de “Chapéu Virado”. Esta praia é sem dúvida uma das mais movimentadas, tanto durante o dia quanto à noite, devido ao calçadão da orla, ideal para caminhadas e prática de ciclismo. Também possui boa estrutura de barracas de praia que oferecem bebidas e refeições à base de peixes. A praia fica bem no meio da Orla de Mosqueiro.

Como chegar:
Via rodoviária: Localiza-se a 70km partindo de Belém pela BR-316. Existem linhas de ônibus regulares que fazem o trajeto partindo do Terminal Rodoviário de Belém e também linhas de transporte público municipal. As linhas de transporte público municipal que partiam da praça onde se situa o Memorial Magalhães Barata passaram a sair da estação BRT São Brás inaugurada em junho com destino a Ilha do Mosqueiro. De carro particular a viagem dura no máximo uma hora.  

Praias de águas mornas

Alter do Chão – Santarém

Foto: Fernando Sette

A praia está entre as dez mais bonitas do Brasil, segundo o jornal inglês The Guardian. Fica pertinho do centro de Santarém e acessível de canoa. O cenário é paradisíaco e guarda uma beleza sem igual, já que suas praias são às margens do rio Tapajós. Entre as contemplações que a natureza proporciona em Alter do Chão está o encontro das águas dos rios Tapajós e Amazonas. As águas cristalinas do Tapajós se encontram com as águas barrentas do Amazonas, mas não se misturam, oferecendo aos visitantes momentos inesquecíveis de ser contemplar.

Como chegar:

Via Aérea: Santarém é coberta por vôos regulares saindo diariamente do Aeroporto Internacional de Belém. A viagem dura em média 1 hora. Também recebe voos regulares que não passam necessariamente por Belém.
           
Via Fluvial: Embarcações saem todas as quartas-feiras, sábados e terças-feiras alternadas de Belém para Santarém do Terminal Hidroviário de Belém (Galpão 9 CDP) e de outros portos. A viagem dura cerca de dois dias. 

Via Rodoviária: Partindo de Belém, Santarém fica a 1.352 km e o percurso em carro particular, envolve respectivamente a BR-316, PA-140, PA-151, PA-256, PA-150, PA-263, BR-422, BR-230 (Transamazônica) e BR-163 (Santarém-Cuiabá).

Praia do Caripi- Barcarena

Foto: Pedro Costa

A praia conta com um píer para facilitar o acesso dos que chegam de moto-aquática e lancha, além de proporcionar uma linda vista da praia que é de água doce, mornas e areia fina. É um local excelente para quem busca tranquilidade. Existe um hotel chamado Samaúma de frente para a praia com uma casa na árvore que oferece serviços para os banhistas. Vale a pena conhecer e desfrutar da bela paisagem e da natureza. Não deixe de conhecer a casa na árvore!

Como chegar:

  Via rodoviária: Automóvel: Partindo de Belém pela BR 316 até o município de Marituba, segue-se pela Alça Viária (PA 483) e depois pela PA-165 até a sede de Barcarena ou pela Rodovia da Integração até a vila do Conde. Ônibus/ Van: Com partidas do Terminal Rodoviário de Belém.

 Via RodoFluvial: Quem está a pé utiliza para chegar à outra margem do rio Guamá, tanto os barcos, e lanchas que saem dos terminais fluviais particulares das empresas Arapari e Jarumã, localizados na Rua Siqueira Mendes, como os barcos que saem do Ver-o-peso. Em ambos os casos ao chegar à outra margem, geralmente nos portos Arapari/ São Francisco é preciso pegar um ônibus ou uma van para ir à praia do Caripi. Quem está em carro próprio ou mesmo ônibus/vans escolhe ir pela alça viária ou atravessar o rio Guamá e chegar do outro lado no Porto Arapari por meio das balsas que partem do terminal da Empresa Henvil localizado na Av. Bernardo Sayão.



Praias com ondas

 Praia do vai quem quer – Cotijuba

Foto: Mara Hermes

Para chegar à praia do Vai quem quer é preciso utilizar uma das charmosas charretes ou pegar o bondinho da ilha, que é puxado por um pequeno trator. Há uma parada onde eles se concentram logo na entrada da ilha. Mas recentemente, passou também a ser oferecido o serviço de mototáxi para alcançar a praia de Vai-quem-quer. A melhor descrição do local é bucólico, você fica em cabanas, uma praia bonita, bem cuidada e preservada. As pousadas que existem são de estilo rústico e os restaurantes servem somente pratos regionais, onde os peixes e camarão da região têm destaques.

Como chegar:

Via Fluvial: A travessia é feita em embarcações que partem diariamente do Trapiche de Icoaraci e do Ver-o-Peso. O trajeto pode ser realizado através de um navio mantido pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (SEMOB) ou em várias outras embarcações menores ofertadas pela cooperativa de Barqueiro da Ilha de Cotijuba (Cooperbio), a viagem dura em média 45 minutos.


Praia da Princesa – Algodoal

Foto: via tripadvisor

É a praia mais famosa de Algodoal, e entre os meses de fevereiro e junho, ganha a companhia de uma bela lagoa. A simplicidade predomina no lugar, com ruas de terra batida, casas de alvenaria de construção rústica, sem mansões e sem veículos motorizados. As únicas maneiras de explorar as belezas da região são a pé ou de carroça, por conta de ser uma área de proteção ambiental. É um lugar bem tranquilo para ir de cabeça aberta pra curtir a natureza e andar bastante com o pé na areia. O sossego só é quebrado na alta estação, quando os quiosques funcionam a pleno vapor. Também, é muito boa para a prática de surf em função das boas ondas.

Como chegar:

Via Rodoviária: Há linhas que saem de Belém e vão até Marudá, no município de Marapanim. A partir daí, é necessário deixar o carro e fazer a travessia de barco para a ilha de Maiandeua. Uma das principais regras para a visitação do local é a proibição de qualquer veículo automotivo na ilha. A medida visa preservar a natureza local.

Outra opção de acesso a Algodoal é seguir de Belém até o município de Maracanã, cerca de 3h de viagem, de onde sai diariamente um barco com destino a Algodoal.

Praias de mar

Praia de Marudá – Marapanim

 Foto: Expedição Pará

Belíssima praia banhada com águas salgadas dispõe de uma orla muito agradável que em período de veraneio fica lotada e cheia de atrações noturnas. Localizada na vila de Marudanópolis, esta praia é a mais urbanizada de todo o município, porém a de menor extensão, apenas 1200 metros. Oferece a melhor infra-estrutura hoteleira, sistema de transporte municipal da sede para a praia e muito artesanato. 

Como chegar: 

Via rodoviária: De carro particular ou de linhas de ônibus que saem do terminal rodoviário de Belém. Quem quiser pegar a estrada deve seguir pela BR -316 e em seguida, pegar as rodovias PA-318 e PA-136.

Praia do Atalaia – Salinas

 
Foto: Fernando Sette

A praia do Atalaia é a mais movimentada de Salinas, conta com hotéis de primeira classe de frente para a praia, bares e restaurantes para todos os gostos. Dependendo da época do ano, as ondas do mar chegam a 2 metros de altura, sendo aproveitadas para o surf. No local, as pessoas podem ainda se aventurar nas dunas de areia branca com vegetação típica do litoral e conhecer o lago da Coca-Cola, que se forma entre as dunas. O lago de água doce e escura é geralmente usado pelos visitantes para tirar o sal do mar e se refrescar depois de caminhar nas dunas sob o sol forte.

Como chegar:

Via rodoviária: De Belém a Salinas são aproximadamente, 220 quilômetros. O acesso ocorre pelas rodovias BR-316 e PA-124. São aproximadamente 2h30m de viagem. Do Terminal Rodoviário de Belém saem ônibus periodicamente em direção ao município.

Ficou encantado? Então não deixe de vir conhecer as belas praias do estado do Pará no verão paraense!

Para mais informações: http://setur.pa.gov.br/

 Por Trayce Melo – Estagiária 

sexta-feira, 9 de junho de 2017

29º FESTIVAL JUNINO DE BRAGANÇA INICIOU NESTA QUINTA-FEIRA

Foto:  Prefeitura de Bragança

A 29º edição do Festival Junino de Bragança começou nesta quinta-feira (08),
na Estação Cultural Armando Bordallo no centro da cidade. Que acontece entre os dias 08 a 11 de junho, com o tema “Arraial dos Caetés”. Realizado pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura, desportos e Turismo.

O festival preparou uma programação imperdível com suas melhores atrações culturais para agitar esses quatro dias de festa, com muita quadrinha, bois-bumbá, cordão de pássaro e shows culturais. Os espaços mais atrativos do Festival, como, a Casa da Farinha”, “Casa Caeteuara” de artesanato e “Casa do Xote”, neste ano veio em um formato maior para garantir mais conforto ao público, além da arena de apresentações folclóricas e das 37 barracas para a venda de comidas típicas.

O Festival Junino de Bragança é um evento tradicional, realizado desde o ano de 1988, que tem como objetivo o desenvolvimento, produção e criação de expressões culturais populares. É montada uma grande estrutura na praça de eventos da cidade, onde quadrilhas, bois-bumbá, cordões de pássaro, grupos musicais se apresentam e mais de 50 mil pessoas passam pelo evento nos quatro dias de festejo.

Desde o ano de 2011, foi introduzida ao evento, a “Casa Caeteuara”, espaço para a comercialização e demonstração do artesanato local, a “Casa do Xote”, espaço para dançar, nas noites do festejo, ao som do xote bragantino na rabeca, e a “Casa da Farinha”, espaço de demonstração do processo de produção da farinha de mandioca e outros produtos derivados dessa raiz, importante produto, base na alimentação da população bragantina. Essa mistura dá um toque bem peculiar às brincadeiras juninas.

Na noite de abertura, teve a presença do prefeito de Bragança, Raimundo de Oliveira, que abriu os festejos juninos que este ano, contou com a presença do ministro do turismo, Marx Beltrão. A programação começou no palco tradicional com a apresentação do boi-bumbá Pingo de Ouro, quadrilha infantil Arraial de São João, boi-bumbá Caprichoso da Fazendinha, Cordão de Pássaro Arara Vermelha, boi-bumbá Promesseiro do Treme, Quadrilha Juventude Bragantina, boi-bumbá Caprichoso Luxo do Povo e quadrilha Império de São João. Na “Casa do Xote” se apresentou a rede Catinguenta e Rabecas de Bragança. Quem encerrou a primeira noite no palco de shows foi Antonio Marcos.

A programação cultural continua nesta sexta-feira, com concurso de quadrilhas e bois-bumbá, show na “Casa do Xote” e no palco principal com o Arraial do Pavulagem, grupo paraense de grande reconhecimento nacional. O festival vai até domingo, segue a programação abaixo:


Venha conhecer o jeito do Norte de festejar e dançar quadrilha! 


Por Trayce Melo – Estagiária 

quarta-feira, 7 de junho de 2017

ARENA GUILHERME PARAENSE GERA EMPREGO E RENDA AOS TRABALHADORES DE BELÉM

Foto: Thiago Gomes/ Ag. Pará
A Arena Guilherme Paraense, conhecido como Mangueirinho é um ginásio com capacidade para 11.970 pessoas, e está localizado no complexo esportivo do estádio Mangueirão, na rodovia Augusto Montenegro em Belém, Pará. 

Quem foi Guilherme Paraense: O nome é uma homenagem ao primeiro esportista brasileiro a conquistar uma medalha de ouro na edição dos VII Jogos Olímpicos de Verão da Antuérpia (Bélgica), em 1920, modalidade tiro. Guilherme Paraense nasceu em Belém do Pará, no dia 25 de junho de 1884. Aos cinco anos de idade foi para o Rio de Janeiro, onde começou a frequentar a Escola Militar de Realengo. Foi militar integrante do Exército Brasileiro, com a patente de tenente e atleta do Fluminense Football Club.

Foto: Rodolfo Oliveira/ Ag. Pará
Estrutura: Obedece às especificações do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Possue sete vestiários, sendo dois masculinos, dois femininos, dois para pessoas com deficiências e um para árbitros. No local, estão disponíveis 24 banheiros (oito para pessoas com deficiência). Tem sistema de WI-FI, totalmente refrigerado, espaço com bares e restaurantes, salas de serviço médico e segurança, dois elevadores, oito cabines de imprensa, moderno placar eletrônico de quatro faces, capacidade para 224 vagas no estacionamento e quatro portões de acesso ao público.
Acessibilidade: Segue os padrões internacionais de infraestrutura com garantia de acessibilidade, equipados com rampas, banheiros adaptados para portadores de deficiência, vestiários e espaço reservado com 247 lugares na arquibancada.

Quadra: O piso possui dimensões de 30m x 50m, totalizando uma área de 1.500m² em madeira de lei, com o chamado “piso flutuante”, que é constituído de amortecedores de borracha neoprene, destinados a reduzir impactos sobre o assoalho.

Cadeiras/ Arquibancadas: As cadeiras do ginásio são do mesmo material utilizado nos estádios brasileiros da Copa do Mundo de 2014. Possuem encosto, são constituídas de resina plástica, e possuem características anti-chama e anti-mofo.

Sistema de monitoramento com câmeras: Para servir de apoio à segurança, o Circuito Fechado de Televisão permite supervisionar áreas internas e externas, garantindo segurança aos usuários e ao patrimônio, com nove câmeras externas e mais de 40 internas foram instaladas.    
        
É o primeiro espaço multiuso do Estado capacitado para realização de qualquer evento de nível internacional, seja esportivo, como vôlei, basquete, handebol e futsal, assim como artístico, por exemplo, UFC ou shows musicais, religiosos e ações corporativas, já que dispõe de um palco móvel.
Já recebeu eventos como a superliga de vôlei masculino, torneio quatro nações de handebol feminino que trouxe para Belém as delegações de Cuba, Eslováquia, Uruguai e do Brasil, realizou a 1ª edição do Festival Musical Gospel AdoraAção para arrecadação de alimentos e shows com grandes nomes da música paraense, como, Fafá de Belém, Pinduca, Chimbinha, Lia Sophia, Nilson Chaves, Liah Soares, Manoel Cordeiro, Felipe Cordeiro e outros.
A arena gera emprego e renda aos trabalhadores de Belém. Os maiores exemplos vêm das empresas de higiene, limpeza e manutenção dos equipamentos de elevadores, ar-condicionado, placares e alarmes eletrônicos, sistemas elétrico e hidráulico, além de jardinagem e conservação da quadra. Com a estadia dos atletas por conta dos torneios esportivos os mercados da hotelaria, transportes, culinária, academia de ginástica e entre outros tem grande demanda. 

Para mais informações:

Endereço: Rod. Augusto Montenegro, 524 - Castanheira, Belém - PA, 66640-000

Telefone: (91) 3201-2300



Por Trayce Melo – Estagiária