quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Vem pular carnaval aqui no Pará!

O período mais animado do ano está chegando, e opções não faltam para você curtir o Carnaval no Pará que é um verdadeiro espetáculo de arte e cultura. Resolvemos trazer para vocês alguns carnavais que acontecem ao redor do estado. E ai, qual seu preferido?

Vigia de Nazaré

Foto: Agência Pará
O município de Vigia é um dos destinos mais procurados durante os dias de carnaval, tanto para quem busca os tradicionais desfiles de blocos aos que gostam de correr atrás dos trios elétricos que animam os foliões. Entre os destaques dos blocos de rua do município estão “As Virgienses” e “Os Cabraçurdos”, que saem pelas ruas da cidade na tradicional brincadeira em que homens se vestem de mulheres e as mulheres se vestem de homens.


Foto: Naldo Araujo
Abaetetuba

Eleita um dos maiores destinos turísticos paraenses durante o Carnaval, já conquistou cerca de 100 mil foliões nos últimos anos. Aos tradicionais blocos de rua, a agitação dos trios elétricos e a beleza das Escolas de Samba o Carnaval em Abaetetuba só cresce a cada ano. Só o tradicional “Bloco dos Sujos” nas ruas da cidade atrai cerca de 30 mil brincantes. 



Foto: G1

Bragança

O município de Bragança oferece diversas atrações no carnaval, com os arrastões em massa da multidão vestida de abadá, até os tradicionais bloquinhos de rua, onde o folião caminha pela cidade ao som das clássicas marchinhas.





Foto: Circuito Fora do Eixo
Cametá

Cametá oferece várias manifestações carnavalescas, como o tradicional Carnaval das Águas - que acontece na comunidade de Juába, sobre barcos que percorrem pela frente das palafitas, aos blocos de trio com abadás nos quais trazem à cidade atrações nacionais. Também tem os desfiles das Escolas de Samba da região, na Avenida Inácio Moura no domingo de Carnaval.
Foto: Agência Pará

Cidade Velha

O carnaval no bairro da Cidade Velha em Belém começa cedo, logo na primeira semana de janeiro. O bairro é uma das principais referências de patrimônio histórico e cultural do Estado, e esse ano serão cinco finais de semana de "corredor da folia”, percorrendo as ruas da Cidade Velha. Segundo a organização do evento, estima se a participação de quase 700 mil pessoas.

São Caetano de Odivelas

Foto: Griffo
Personagens típicos da cultura de São Caetano de Odivelas, os Bois de Máscara, vaqueiros e bonecos cabeçudos agitam no arrastão do bloco os foliões que se misturam aos personagens e se divertem com os trajes típicos, comandados por uma banda de fanfarra e as micaretas. O diferencial do carnaval de São Caetano de Odivelas é a grande representatividade que os Bois de Máscara tem para o município, sendo símbolo da cultura popular.


Foto: Cristino Martins
Curuça

O desfile do tradicional bloco carnavalesco "Pretinhos do Mangue" reúne aproximadamente 17 mil pessoas fantasiadas com a lama dos manguezais que cercam o município. Patrimônio cultural do município e do estado, o bloco envolve os foliões desde as primeiras horas do dia, quando os brincantes se dirigem aos manguezais para começar a se fantasiar. 




Se você ainda não conhece, venha logo conhecer o carnaval no Pará. Ainda dá tempo de planejar sua viagem!!!


 Por Trayce Melo - Estagiária 

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Paraenses ganham uma nova opção de voo para os Estados Unidos

Foto: Claudia Guedes

No último domingo (10), no Aeroporto Internacional de Belém, foi inaugurada a nova linha Belém – Fort Lauderdale, na Flórida. Que será operada pela companhia Azul Linhas Aéreas, em parceria com o Governo do Pará, por meio da Secretária de Estado de Turismo – Setur.

Em comemoração a nova rota, o embarque dos passageiros foi embalado pelo ritmo envolvente e dançante do carimbó e contou também com saborosos pratos típicos do Pará e dos Estados Unidos. Um dos momentos marcantes, foi quando a aeronave A320, com capacidade para 174 passageiros, recebeu as homenagens dos bombeiros da seção de Combate a Incêndio (SCI) do aeroporto com o famoso batismo, que aconteceu um pouco antes da decolagem para Fort Lauderdale.

Horários de voos:

A nova rota será oferecida as segundas, quartas, sextas e domingos, pousando às 4h20 e decolando às 13h30. E a volta acontecerá-nos mesmos dias da semana com saídas da cidade norte americana as 20h15 e chegada à capital paraense as 4h10.

Além dos Estados Unidos, o Aeroporto Internacional de Belém conta com voos para Portugal, Guiana Francesa e Suriname.


Para mais informações: https://www.voeazul.com.br/

Por Trayce Melo - Estagiária 

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Vem se aventurar pelas belezas da ilha Do Marajó!

Estamos na contagem regressiva para o final do ano, e o revéillon 2018 já está na porta. Pensando nisso, preparamos uma matéria bem especial sobre as belezas e curiosidades sobre a magnífica Ilha do Marajó. Assim, você pode conhecer e se planejar para curtir e renovar as energias em grande estilo com a família e amigos.

Foto: Fernando Sette

Com tamanha diversidade, o Marajó, considerada a maior ilha fluvimarinha do mundo, promove experiências únicas. Uma das mais interessantes delas é montar no búfalo para um passeio. Símbolos da ilha, os animais podem ser vistos em grandes manadas nas áreas urbanas, onde são usados como táxi e montaria para a polícia. 



Foto: Hotel Fazenda São Jerônimo 
Outro aspecto bem característico do Marajó é a culinária. Com um rebanho de 600 mil búfalos, muitos pratos típicos da região dependem do animal. Quando estiver passeando pela ilha do Marajó, não se esqueça de degustar um delicioso Filé Marajoara, um dos pratos típicos e mais famosos por lá. O filé Marajoara é uma carne de búfala saborosa, com queijo de búfala por cima e acompanhamentos. Não deixe de experimentar. Fica a dica!


Foto: Slow Food Mata Atlântica

A cultura local também é motivo de fascinação para quem vem visitar. Uma das heranças mais ricas deixadas pelos índios marajoaras é a bela arte da cerâmica estilizada. Para conhecer os trabalhos, visite o Museu do Marajó, localizado na cidade de Cachoeira do Arari; o Museu do Marajó é formado por um acervo simples aos olhos, porém rico na história de um povo, onde retrata um pouco à vida do povo marajoara, ressaltando a sua cultura.



Foto: Macapuna


Outro fato histórico são os sinais da presença dos colonizadores portugueses no Marajó que são encontrados na vila de Joanes, a 17 km de Salvaterra, onde estão as ruínas de uma igreja construída pelos jesuítas, no século 17.






Foto: G1 Pará




Quando o assunto é dança, os principais ritmos são o carimbó, difundido por todo o Pará, e o lundu, que fica mais contido à ilha. Ambos os estilos foram inspirados em manifestações de origem africana e indígena. 



Foto: Gustavo Albano

A Ilha do Marajó, localizada no extremo Norte do Pará, constituída por 12 municípios, também é considerada o maior e mais bem preservado santuário ecológico da Amazônia, abriga planícies cobertas de savana, densas florestas, praias fluviais, lagos de diversos tamanhos, igarapés, dunas e a pororoca, com formação de ondas gigantescas no encontro das águas.

O território é cercado de belas praias, muito boas para banho e que fascinam os visitantes, as praias são de água salobra (mistura de salgada com doce); as mais famosas são a Praia do Pesqueiro e a Praia da Barra Velha em Soure, e a Praia Grande que fica em Salvaterra. Mas há muitas outras, mais distantes, como Joanes e Água Boa. 

Como chegar a ilha do Marajó?

Existem dois terminais hidroviários, um na região portuária de Belém (para quem está sem carro) e outro em Icoaraci (para quem está com carro), distante aproximadamente 20 km de distancia da capital paraense. Em qualquer um dos casos você desce no Porto de Camará, município de Salvaterra - já na Ilha do Marajó. Para visitar os outros municípios, ao chegar em Salvaterra você verá diversas opções, como: ônibus, vans, táxis e outras embarcações em que levam ao centro de Salvaterra, Soure (30 km a partir do porto) e Cachoeira do Arari – cidadezinha que abriga o Museu Histórico do Marajó (70 km de Soure e mais duas horas de viagem por estrada de chão).

Não perde tempo, você ainda pode se planejar para conhecer os encantos do Marajó!


Por Trayce Melo - Estagiária